Management of Hylesia nanus (Lepidoptera: Saturniidae) on Eucalyptus spp. (Myrtaceae) Plantations

Marcus Vinicius Masson, Wagner de Souza Tavares, Deivide Walace Vitor Pereira, Willian Costa Matos, Fabricio de Almeida Lopes, Pedro José Ferreira-Filho, Carlos Frederico Wilcken, José Cola Zanuncio

Abstract


The management of Hylesia nanus (Walker, 1855) (Lepidoptera: Saturniidae: Hemileucinae), a defoliator of Eucalyptus spp. (Myrtales: Myrtaceae), was evaluated on the northern coast of Bahia state, Brazil by performing three connected experiments: (1) monitoring of H. nanus moths using light traps; (2) biological control of H. nanus pupae releasing the endoparasitoid Palmistichus elaeisis Delvare & La Salle, 1993 (Hymenoptera: Eulophidae: Chalcidoidea), and (3) chemical control of H. nanus larvae with one spraying of Talstar 100 EC + Agral. The light traps effectively assisted the monitoring and control of H. nanus moths, with a population peak of 7,392.85 individuals collected in a single nocturnal period. Palmistichus elaeisis was recovered from the H. nanus pupae 96 hours post release with parasitism rate of 22.58 ± 2.95%, indicating its ability to parasitize and contribute towards insect control in the field. Besides, this parasitoid can be integrated with the monitoring using light traps. Chemical control was highly effective against the last instar H. nanus larvae, with only 10.5 ± 3.0 larvae survivors per treetrunk 24 hours post spraying. Thus, the monitoring using light traps, control of pupae by releasing P. elaeisis released, and chemical control of last instar larvae are methods that can be integrated into a management plan for H. nanus in the field.

Key Words: chemical control; light trap; Palmistichus elaeisis; Tachinidae

Resumo

O manejo de Hylesia nanus Walker (Lepidoptera: Saturniidae), um desfolhador de espécies de Eucalyptus (Myrtales: Myrtaceae), foi avaliado no litoral norte do estado da Bahia, Brasil através da realização de três experimentos conectados: (1) monitoramento de mariposas de H. nanus utilizando armadilhas luminosas, (2) controle biológico de pupas de H. nanus liberando o endoparasitoide Palmistichus elaeisis Delvare & La Salle (Hymenoptera: Eulophidae) e (3) controle químico de larvas de H. nanus com uma pulverização de bifentrina + etilenoxi. As armadilhas luminosas assistiram de forma eficaz o monitoramento e controle de mariposas de H. nanus, com um pico populacional médio (± EP) de 801 ± 438 indivíduos coletados por armadilha em um período noturno de 23 d. Palmistichus elaeisis foi recuperado das pupas de H. nanus 96 h após a liberação com taxa de parasitismo de 23 ± 3%, indicando uma capacidade de parasitar e contribuir para o controle de insetos no campo. Além disso, este parasitoide pode ser integrado com o monitoramento com armadilhas luminosas. O controle químico foi altamente eficaz contra as larvas de último instar de H. nanus, com apenas 11 ± 3 larvas sobreviventes por caule 24 h após a pulverização. Assim, o monitoramento de mariposas utilizando armadilhas luminosas, controle de pupas utilizando P. elaeisis liberado e controle químico das larvas de último instar são métodos que podem ser integrados em um plano de manejo para H. nanus.

Palavras Chave: armadilha luminosa; controle químico; Palmistichus elaeisis; Tachinidae

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Keywords


chemical control; light trap; Palmistichus elaeisis; Tachinidae